25 anos de iniciação científica

Transformando saberes e alunos

por Bete Andrade | 09/05/2017 - 13h
Bete Andrade

O programa de iniciação científica da PUC-SP completou 25 anos em 2016 com a consolidação de um trabalho que marcou a vida de milhares de jovens, nas mais diversas áreas do conhecimento. A comemoração foi realizada no dia 9/11, no Tuca, durante o 25º Encontro de IC, que relembrou a trajetória da pesquisa na Universidade, valorizada ao longo dos anos em todos os níveis – graduação, pós-graduação e educação continuada. “A iniciação científica é a parte mais expressiva do esforço da PUC-SP de se incluir como uma universidade de pesquisa. Sem o programa, eu não tenho a menor dúvida de que não teríamos a qualidade acadêmica que temos hoje”, afirmou na ocasião a pró-reitora de Pós-Graduação, professora Maria Amalia Andery, atual reitora. “Nossos alunos saem transformados pela experiência da investigação acadêmica”.

O ex-aluno do curso de Direito, Rodrigo Pagani, que fez sua IC em 1998, concorda que ela foi decisiva na carreira. “Aprendi a fazer pesquisa e isso vale até hoje na minha atuação como professor e advogado. O mestrado e o doutorado também foram facilitados por já ter desenvolvido esse estudo”.

A pró-reitora de Graduação, professora Margarida Cavalcanti Limena, lembrou, durante a abertura do Encontro, que a PUC-SP tem muitos motivos para comemorar nesses 25 anos. “A Universidade contribui com a universalização da formação de pesquisadores e incentiva que o desenvolvimento científico tenha participação ativa na sociedade. Esse papel deve continuar avançando”, declarou.

O tema do evento, 25 Anos de Iniciação Científica na PUC-SP: memória de um processo de desenvolvimento científico, foi sugerido pela aluna Flávia Santos Pinto (Enfermagem). Foram apresentadas ao longo do dia 334 estudos, na forma de pôsteres e comunicações orais. “Tivemos a participação de 474 alunos e 266 docentes orientadores. É o maior evento de pesquisa desta Universidade”, acrescentou a professora Maria Izilda Santos de Matos, coordenadora do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic).

Para quem está em dúvida sobre fazer ou não a iniciação científica, o ex-aluno Pagani é categórico: “Faça. Adie o estágio por um ou dois anos ou intercale com o projeto, pois será um investimento de grande valor para seu futuro profissional e pessoal, mesmo para quem não pretende seguir na vida acadêmica”. Saiba mais sobre a pesquisa na graduação na página www.pucsp.br/iniciacaocientifica.

 

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