PUC-SP recebe lançamento do livro “Direito ao Esporte no Brasil”, de Paulo Sérgio Feuz
Obra, fruto de tese de livre-docência defendida na Universidade em 2025, propõe uma...
Em artigo publicado na Época Negócios, a professora da PUC-SP Dora Kaufman analisa como a inteligência artificial pode estimular a criatividade humana sem os riscos associados ao uso de substâncias alucinógenas. A autora dialoga com estudos recentes da neurociência para mostrar que a IA é capaz de romper padrões mentais rígidos, favorecer o pensamento divergente e ampliar conexões criativas, de forma semelhante aos efeitos atribuídos aos psicodélicos, porém sem seus danos à saúde.
Dora Kaufman também alerta para os limites e riscos da tecnologia, como a dependência e a possível homogeneização da produção criativa, mas defende que, ao contrário das drogas, a IA pode ser regulada e debatida eticamente. Para a professora, o desafio está em preservar o protagonismo humano e aproveitar a tecnologia como uma ferramenta para expandir a mente, sem comprometer a autonomia e a originalidade.