"Projeto PUC Museus": projeto ganha destaque em revista acadêmica da área

Artigo é de autoria da profa. Luciana Pasqualucci, cofundadora do projeto, juntamente com os profs. Alipio Casali e Eugênio Trivinho

por Redação | 12/01/2022 - 00h

O portal de revistas da USP acaba de publicar um artigo sobre o Projeto PUC Museus, desenvolvido na PUC-SP entre os anos de 2017 e 2019, por meio da Assessoria de Relações Internacionais e Institucionais da PUC-SP (ARII) e do Pós em Educação: Currículo. O texto foi publicado no Dossiê Museus Universitários do Centro de Preservação do Patrimônio da Universidade de São Paulo – CPC USP

O projeto educacional, fundamentado por propostas de articulação entre currículo do Ensino Superior e cultura, ocorreu por meio de colaboração acadêmica entre a PUC-SP e diversos museus da cidade de São Paulo, como Pinacoteca do Estado, Museu do Futebol, Museu da Língua Portuguesa, MASP, Museu de Arte Sacra, MAC USP e MAM-SP.

A profa. Luciana Pasqualucci, autora do artigo e cofundadora do projeto, juntamente com os profs. Alipio Casali e Eugênio Trivinho, afirma que “não temos, no Brasil, políticas públicas que articulem currículo e patrimônio, Ensino Superior e cultura. O PUC Museus foi pensado como uma nova forma de organização curricular de forma a considerar o museu como extensão territorial da universidade”.

Segundo a docente, os eixos que orientaram e conduziram o projeto, estão localizados numa perspectiva que integra os saberes científicos e tecnológicos do currículo às experiências sociais, de forma a incorporar à densidade teórica da academia as tensões postas na sociedade. “A questão de fundo histórico e cultural que mobiliza o projeto é a da secular cisão entre o mundo da cultura e o mundo do trabalho, o mundo da cidadania e a formação profissional. Tendo como base a perspectiva de políticas educacionais de reconhecimento da epistemologia colonial, isto é, currículo e patrimônio como elementos condicionantes nos processos de construção de identidades individual, coletiva e nacional, a diluição das fronteiras entre universidade e museu incentiva a autonomia interpretativa sobre os significados produzidos sobre a ciência, a cultura e a memória na universidade”, ressalta.

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