Professor da PUC-SP integra delegação brasileira em evento internacional sobre IA
Diogo Cortiz participa da WAIC, conferência realizada em Xangai que reúne especialistas e...
Em entrevista ao Opinião, da TV Cultura, a professora Lucia Santaella afirma que a tecnologia não substitui processos terapêuticos
O uso de inteligência artificial como apoio emocional tem se ampliado, mas especialistas alertam para seus limites no campo da saúde mental; em entrevista ao Opinião, da TV Cultura, a professora Lucia Santaella afirma que, embora essas ferramentas ofereçam respostas imediatas e acessíveis, baseadas em acolhimento constante, elas não substituem processos terapêuticos, que envolvem enfrentamento de conflitos e elaboração de angústias, apontando ainda que o uso contínuo pode gerar dependência e deslocar práticas que exigem mediação profissional.
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