PUC-SP na Mídia: Folha de S.Paulo aborda desafios jurídicos de eventual pedido de extradição de Eduardo Bolsonaro
Profa. Elaini Cristina Gonzaga da Silva comenta ao jornal os aspectos legais e...
Com participação do Prof. Antonio Corrêa de Lacerda (Economia)

Reportagem do Portal UOL examina por que a recente redução da taxa básica de juros ainda não se reflete de forma imediata no crédito ao consumidor. Embora a Selic tenha sido cortada, o movimento não chega automaticamente às taxas finais, já que bancos e financeiras ajustam suas condições de forma gradual, sobretudo em cenários de incerteza.
O economista Prof. Antonio Corrêa de Lacerda, afirma que a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) pode desempenhar papel central ao esclarecer os critérios adotados pelo Banco Central. A leitura mais detalhada do documento tende a orientar o mercado sobre a continuidade ou não do ciclo de cortes, o que influencia diretamente a definição das taxas praticadas ao público.
A reportagem indica ainda que o ambiente econômico global adiciona pressão ao cenário. Fatores como a instabilidade internacional e a alta de preços de commodities energéticas afetam as expectativas de inflação e reforçam a cautela das instituições financeiras. Nesse contexto, o repasse da queda da Selic ocorre de maneira mais lenta e desigual, mantendo o crédito em níveis elevados no curto prazo.
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