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Papa Francisco promoverá, em Assis (Itália), encontro sobre economia solidária, progresso e meio ambiente
O Papa Francisco receberá em Assis, na Itália, estudiosos de Economia e outros membros da sociedade civil, para discussão sobre a construção de uma economia mais solidária, com foco no ser humano e respeito ao meio ambiente.
O encontro estava marcado para ocorrer em março de 2020, mas foi cancelado devido à pandemia da Covid-19 e acontecerá de 22 a 24/9. Clique aqui para saber mais.
A Universidade enviará dois representantes: Alan Faria Andrade (doutorando em Direito) e Carina Vitral da Costa (recentemente formada em Economia pela PUC-SP).
O encontro consiste numa chamada do Papa Francisco a economistas, empresários, acadêmicos e ativistas sociais, com o objetivo de alterar a economia atual e construir uma nova para o amanhã, através de um pacto e do desenvolvimento de um processo. A ideia principal é ocupar espaços criando projetos com a sociedade e representações do estado, para alcançar à transformação.
Carina, que se formou em junho passado, falou ao JPUC sobre suas expectativas em relação ao que encontrará no evento. “É muito significativo que o Papa tenha convocado jovens economistas para repensar uma economia sustentável, que não seja apenas movida pelo lucro. Estamos num momento de emergência climática e de explosão de desigualdade (pós-pandemia). Por tudo isso, minha expectativa é que a gente consiga formular, ou influenciar, o pensamento de uma nova geração, que poderá contribuir para a salvação do planeta”, afirma a economista.
Já Alan afirma ter certeza de que Assis “será um momento de partilhar o fortalecimento da Economia de Francisco (EoF) no âmbito global”. O doutorando conta que ele e os amigos e amigas vêm trabalhando duro, construindo pontes, partilhando o que é a EoF e buscando envolver pessoas e entidades.
“Como sou do Direito e acadêmico, ainda vejo inúmeros desafios de implementar a EoF, no campo político, na sociedade civil (empresas e organizações) e nas instituições acadêmicas. O conhecimento jurídico, por meio da pesquisa acadêmica, pode auxiliar a EoF a implementar suas propostas por meio de leis ou de políticas públicas para facilitar a atuação do Estado, das empresas e das organizações da sociedade civil. Para tanto, estas pesquisas precisam de apoio, pois só a boa vontade e a capacidade dos pesquisadores não são suficientes. Todos são importantes neste processo, o Papa Francisco, as Igrejas locais, as empresas, a sociedade, as instituições de ensino superior e, principalmente, as pessoas, que podem atribuir alma e humanidade à nova economia”, defende Alan.