Reitora se reúne com funcionários para falar sobre plano de retomada presencial

O projeto contou com a consultoria do Hospital Sírio-Libanês

por Bete Andrade | 18/05/2021 - 00h

A reitora Maria Amalia Andery participou, na manhã da última segunda-feira (17/9), de uma audiência com funcionários da PUC-SP, que teve como objetivo falar sobre o futuro da instituição diante das restrições impostas pela pandemia de COVID-19.

Mediado pelo prof. Luiz Augusto de Paula Souza (Tuto), titular da FaCHS e assistente para assuntos de Comunicação da Reitoria, o encontro teve início com uma avaliação positiva sobre os resultados da Universidade durante o ano de 2020 e nos primeiros meses de 2021. “Nós cumprimos com nossas obrigações administrativas e acadêmicas em 2020. O resultado é que mantivemos nossa condição de trabalho remoto e aprendemos a lidar com as ferramentas disponibilizadas pela DTI. Entramos em 2021 com a expectativa do retorno ao presencial, o que infelizmente não foi possível até o momento, mas a Reitoria desde o 2º semestre do ano passado tem trabalhado num projeto de retomada das atividades nos campi”.

Contando com a consultoria do Hospital Sírio-Libanês, o projeto  de retomada das atividades presenciais foi elaborado pela Reitoria, em parceria com alguns setores da Fundação São Paulo (Fundasp), e de acordo com Maria Amalia está condicionado a melhoria das condições sanitárias da cidade de São Paulo.

Segundo a reitora, existe a expectativa da realização de um teste desse projeto, na segunda quinzena de junho, com atividades presenciais especiais, desde que a cidade esteja na fase amarela, seguindo as determinações sanitárias do Governo do Estado. O teste deve ocorrer, nesse primeiro momento, somente no campus Monte Alegre, com poucos alunos, professores e funcionários, em ambientes preparados e que garantam o distanciamento social, higienização, utilização de máscara e em horários especiais. “Serão realizadas atividades especialmente preparadas, facultativas aos estudantes, para pequenos grupos, em algumas salas previamente preparadas. Os professores e funcionários que participarão dessas atividades, além de não fazerem parte do grupo de risco, deverão ser liberados pelo serviço de saúde da Divisão de Recursos Humanos (DRH) da Universidade. Todo acesso ao campus por parte dos envolvidos nas atividades será controlado”.

Em relação às atividades acadêmicas para o 2º semestre, Maria Amalia afirmou que continuará seguindo as determinações sanitárias do Governo do Estado, e também que é muito difícil fazer qualquer previsão sobre um retorno presencial, uma vez que é preciso, entre outros, levar em conta taxas de transmissão, de mortalidade, número de vacinados e as mutações do vírus (cepas), que parecem ser mais poderosas e potencialmente transmissíveis. “É importante para a Universidade voltar à normalidade, mas sabemos que esse processo será muito lento e gradual”.

Antes de abrir para as perguntas a reitora fez alguns informes: o primeiro sobre uma documentação enviada pela DRH às chefias para conhecimento das atividades dos funcionários; o segundo sobre o cumprimento do calendário regular da Universidade; o terceiro sobre a futura nomeação de um novo Pró-Reitor de Cultura e Relações Comunitárias da PUC-SP no início do 2º semestre e por último sobre o processo de eleição de cargos acadêmicos (diretores, chefes de departamento, coordenadores de curso, coordenadores de pós-graduação e representantes dos Conselhos Superiores da Universidade).

Participaram do encontro, que durou quase duas horas e teve tradução em LIBRAS, mais de 270 funcionários.

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