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Em reportagem da Folha de S.Paulo, o professor Marcelo Nunes analisa limites do uso da produtividade como indicador de desempenho.
O debate sobre produtividade no Judiciário brasileiro ganhou destaque em reportagem da Folha de S.Paulo, que analisa a relação entre volume de decisões, estrutura de apoio e critérios de remuneração; na matéria, o professor Marcelo Nunes avalia que o elevado número de processos julgados está ligado, em grande parte, à repetição de demandas e ao papel das assessorias na padronização das decisões, o que coloca em questão o uso da produtividade como principal métrica de eficiência, já que quantidade não necessariamente reflete qualidade, complexidade ou efetividade da prestação jurisdicional.
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