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O documento refere-se as decisões da magistrada Joana Ribeiro Zimmer
Os docentes e discentes da graduação e do Programa Pós em Serviço Social da PUC-SP divulgaram uma nota dde repúdio e repulsa aos pronunciamentos e decisões da magistrada Joana Ribeiro Zimmer que, acompanhada da promotora de Justiça Mirela Dutra Alberton, manteve 'aprisionada' a menina de 11 anos que, como resultado de um estupro, engravidou e foi impedida de fazer um aborto legal.
Confira a nota na íntegra:
